CCV_Demmony
28/07/2008, 05:56 PM
Afinal, qual é a melhor forma de escovar os dentes? Quanto tempero devemos colocar no preparo do feijão? Se temos uma dúvida como essa, é bem provável que procuremos a resposta na Internet.
Porém, mesmo o "oráculo" das novas gerações sendo capaz de achar muitas possibilidades de resposta, às vezes, nenhuma delas nos serve. É o caso de procurar a palavra "manga" em busca de tipos da fruta e encontrar dicas sobre quais delas (na roupa) estão na última moda, por exemplo.
Isso poderá ser coisa do passado se a Web Semântica realmente emplacar.
Também chamada de Web 3.0 por alguns especialistas, a Web Semântica seria uma rede capaz de compreender semanticamente todas as necessidades dos usuários, ou seja, todo o conteúdo seria interpretado de acordo com o seu contexto.
O internauta poderia, por exemplo, fazer uma pergunta à Internet como se fosse a uma pessoa (algo como "Como devo enrolar a massa para biscoitos?") e esta lhe devolveria a resposta mais próxima do que deseja, em vez dos meros resultados com palavras-chave.
O que é?
O conceito se baseia em uma interação mais avançada entre as pessoas e os computadores. Por meio de formas mais complexas de organização de dados e preferências, as máquinas terão o objetivo de "aprender" mais sobre nós. Para isso, diversas tecnologias e linguagens —como XML, RDF e API— estão sendo combinadas por empresas e estudiosos de tecnologia para se chegar a esse fim.
Embora ainda se discuta o quão semântica poderá ser esta nova rede, já é possível testar alguns serviços que estão investindo na transição da Web 2.0 (colaborativa e aberta) para a Web 3.0 (semântica).
O Netvibes —que agrega atualizações em RSS, e-mail, relacionamento online, Google Maps e outros serviços —e o Bloglines, um agregador de notícias que também oferece sugestões com base nas escolhas do usuário, são alguns dos mais populares até o momento. Porém, novos buscadores, plug-ins, redes de relacionamento e de serviços estão surgindo com grandes novidades.
Fonte - UOL
Porém, mesmo o "oráculo" das novas gerações sendo capaz de achar muitas possibilidades de resposta, às vezes, nenhuma delas nos serve. É o caso de procurar a palavra "manga" em busca de tipos da fruta e encontrar dicas sobre quais delas (na roupa) estão na última moda, por exemplo.
Isso poderá ser coisa do passado se a Web Semântica realmente emplacar.
Também chamada de Web 3.0 por alguns especialistas, a Web Semântica seria uma rede capaz de compreender semanticamente todas as necessidades dos usuários, ou seja, todo o conteúdo seria interpretado de acordo com o seu contexto.
O internauta poderia, por exemplo, fazer uma pergunta à Internet como se fosse a uma pessoa (algo como "Como devo enrolar a massa para biscoitos?") e esta lhe devolveria a resposta mais próxima do que deseja, em vez dos meros resultados com palavras-chave.
O que é?
O conceito se baseia em uma interação mais avançada entre as pessoas e os computadores. Por meio de formas mais complexas de organização de dados e preferências, as máquinas terão o objetivo de "aprender" mais sobre nós. Para isso, diversas tecnologias e linguagens —como XML, RDF e API— estão sendo combinadas por empresas e estudiosos de tecnologia para se chegar a esse fim.
Embora ainda se discuta o quão semântica poderá ser esta nova rede, já é possível testar alguns serviços que estão investindo na transição da Web 2.0 (colaborativa e aberta) para a Web 3.0 (semântica).
O Netvibes —que agrega atualizações em RSS, e-mail, relacionamento online, Google Maps e outros serviços —e o Bloglines, um agregador de notícias que também oferece sugestões com base nas escolhas do usuário, são alguns dos mais populares até o momento. Porém, novos buscadores, plug-ins, redes de relacionamento e de serviços estão surgindo com grandes novidades.
Fonte - UOL